Palestra - Eu, empreendedor

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Objetivo: Conscientizar  que a abertura de”pessoas jurídicas” é um recurso utilizado para atuação dos empreendedores no sentido de legalizar suas atividades e atuar na economia formal, sendo confirmada a predominância do chamado “empreendedorismo por necessidade”, tal qual é a modalidade de empreendedorismo mais comum no Brasil.

 

Conteúdo Programático:

 

O que é ser Empreendedor? É aquele que apresenta determinadas habilidades e competência para criar, abrir e gerir um negócio, gerando resultados positivos.

 

Algumas características do  empreendedor:

- Criatividade
- Capacidade de organização e planejamento
- Responsabilidade
- Capacidade de liderança
- Habilidade para trabalhar em equipe
- Gosto pela área em que atua
- Visão de futuro e coragem para assumir riscos
- Interesse em buscar novas informações, soluções e inovações para o seu negócio
- Persistência (não desistir nas primeiras dificuldades encontradas)
- Saber ouvir as pessoas
- Facilidade de comunicação e expressão

O empreendedor é essencial para a geração de riquezas dentro de um país, promovendo o crescimento econômico e melhorando as condições de vida da população. É também um fator importantíssimo na geração de empregos e renda.

Dia do Empreendedor: 1º de julho o Dia do Empreendedor Individual.

 

Eu e você empreendedores por Dom, Vocação ou Necessidade?

 

Abrir o próprio negócio pode ser uma alternativa de sobrevivência.

A incapacidade do mercado de trabalho formal absorver a força de trabalho disponível.

A Internet, suas ferramentas e técnicas disponíveis  e as  oportunidades para as pequenas empresas até no comércio internacional.

As empresas do setor informal pertencia a trabalhadores por conta própria (88%) em 2003, sendo 12% de pequenos empregadores.

As atividades econômicas preponderantes: comércio e reparação (33%), construção civil (17%) e indústria de transformação e extrativa (16%).

Empresas pesquisadas, mostram que 95% tinham um único proprietário e 80% apenas uma pessoa ocupada”.

A expressiva capacidade empreendedora do brasileiro, buscando uma alternativa de sobrevivência.

Serviço – pode ser definido  “como a combinação dos resultados e experiências proporcionadas ao cliente e recebidos por ele.

O setor de serviços e a crise no mercado de trabalho.

Muitas vezes a única alternativa aparente face a dificuldade de emprego é montar o próprio negócio.

Opções para empreender que exigem pouco investimento financeiro e não demandam  recursos tecnológicos muito sofisticados.

Conforme Chiavenato (2004 p.58) Empreendedorismo, “Serviços” são atividades, que tem apresentado maior crescimento.

 

Os negócios envolvendo serviços não precisam de grande investimento em equipamentos e estoques e também podem ser desenvolvidos em casa, na garagem ou em uma sala que sirva de local para o negócio ou o chamado escritório virtual, que se conecta a qualquer ponto do mundo por computador, fax e telefone”.

 

De acordo com Johnston e Clark (2002 p. 43), Administração de operações de serviço. “Em termos  macroeconômicos , na maioria dos países desenvolvidos, os serviços representam mais de 70% do Produto Interno Bruto (PIB), e, nas economias em desenvolvimento, cerca de 50%”.

 

No Brasil, o senso comum aponta para um desejo comum a muitos cidadãos: montar um negócio e ser o próprio patrão.

 

“A decisão de ser o próprio patrão não ocorre por acaso nem por um passe de mágica. É fruto de uma cadeia de acontecimentos que mexem com aspectos pessoais e profissionais de um indivíduo”.

 

Ao mesmo tempo em que o Brasil é considerado um dos países mais empreendedores do mundo, a mortalidade de empresas no país é bastante significativa.

 

Pesquisa intitulada “Fatores Condicionantes e Taxa de Mortalidade de Empresas no Brasil”, realizada em 2004, mostra um alto índice de mortalidade de novas empresas no Brasil:

- 49,4% para as empresas com até 2 anos de existência (constituídas em 2002);

- 56,4% para as empresas com até 3 anos de existência (constituídas em 2001);

- 59,9% para as empresas com até 4 anos de existência (constituídas em 2000).

 

As principais causas apontadas para o fechamento das empresas foram:

- Falta de capital de giro (42%);

- Falta de clientes (25%);

- Problemas financeiros (21%);

- Maus pagadores (16%) e

- Falta de crédito bancário (14%).

Do total de novos negócios que não lograram êxito, 96% são referentes a Microempresas

 

Casos de Sucesso:

1- Uma trajetória de êxito, a cadeia de lojas de perfume Água de Cheiro começou com uma pequena loja montada pela empresária Beth Pimenta e sua sócia,no bairro da Savassi,  Beth identificou uma oportunidade para empreender quando percebeu que na região não havia loja com perfumes do tipo “água de cheiro”. Contratou um fornecedor de colônias no Rio de Janeiro e montou uma pequena loja, com decoração e padrão arquitetônico diferenciado das demais lojas de perfumes da região, inaugurando a loja em 20 de novembro de 1976. Obteve sucesso no empreendimento, abriu outras lojas próprias. Criou a partir de uma pequena loja uma das maiores redes de lojas de perfumes do país.

Atualmente os produtos são distribuídas para mais de 600 lojas franqueadas em todo o Brasil.

 

2- Da mesma forma, outro exemplo de transformação de uma microempresa em grande empreendimento é o empresário Helder Couto Mendonça. Com o confisco do Plano Collor em 1990, a situação dos negócios que tinha com sua mãe e que exigiam muito capital, uma imobiliária e uma agência de automóveis, ficou difícil. Decidindo então procurar um negócio mais fácil de ser adquirido pelo cliente, venderam a imobiliária e abriram uma pequena fábrica de pão-de-queijo, a Forno de Minas, feito a partir de uma receita de família e que havia comercializado em uma lanchonete que teve durante seis meses em Belo Horizonte.

Com o aumento da demanda após ter feito um contrato com o supermercado Carrefour, percebeu que o negócio tinha potencial. Vendeu então a agência de automóveis para os sócios, e com o dinheiro alugou um galpão onde foi montada a primeira fábrica da empresa.

Atualmente a empresa possui distribuição nacional de seus produtos e foi adquirida em 1999 pela Pillsbury do Brasil e posteriormente, em 2001, pela General Mills.

O Brasil tem outros exemplos de grandes empresas que começaram a partir de pequenos negócios, e que em função da determinação e da capacidade gerencial e de seus idealizadores e sócios, transformaram-se em grandes organizações, contribuindo para o dinamismo econômico do país.

Ressaltamos que apesar da importância dos grandes empreendedores para a economia e a identidade de um país, ter um contingente de pequenos empreendedores atuando com sucesso, é fundamental para o dinamismo das economias locais.

As grandes organizações nem sempre tem a agilidade necessária para atender nichos específicos de mercado, e em alguns casos, pequenas demandas são inclusive anti-econômicas para as grandes empresas, havendo portanto um espaço privilegiado de atuação para os pequenos empreendedores.

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